Centro Social – 47 anos contribuindo para uma Votuporanga melhor

O Centro Social de Votuporanga, entidade beneficente de Assistência Social, possui 47 anos de existência. A Entidade atende 500 pessoas, por meio de seus programas, projetos e serviços.

Para desenvolver as ações de atendimento, defesa e garantia de direitos à crianças, adolescentes, jovens e suas famílias, conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Votuporanga, Membros Diretores, Sócios-Contribuintes, Empresas, Voluntários, além da arrecadação obtida por meio de promoções e da Área Azul.

Faça-nos uma visita e conheça mais sobre nossa estrutura, organização e projetos!

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Centro Social: educação para o trabalho, educação para a vida

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Vivemos no terceiro milênio e o modelo educacional tem passado por mudanças profundas. Mudou o conceito de família, de inclusão social e tantos outros modelos que vigoraram por séculos.

No mundo moderno, os pais agora precisam se preocupar com a formação técnica profissional de seus filhos, porém acabam se esquecendo de educá-los, esquecendo-se de ensiná-los sobre os comportamentos e atitudes adequados para cada situação.

O resultado disso é que, uma vez adultos, os jovens profissionais, embora competentes nas suas áreas de atuação, se mostram arrogantes, prepotentes e, o que é pior, sem educação, desconhecedores de hábitos tão importantes e comuns quanto o conhecimento: a gentileza, a humildade e a tolerância.

Não cumprimentam seus companheiros de trabalho, desrespeitam os subalternos, desprezam os mais experientes, preocupados apenas em seguir o “protocolo” profissional.

No Centro Social de Votuporanga, a orientação pedagógica aplicada junto aos nossos aprendizes é justamente esta: a de formar um bom profissional e um bom cidadão.

Nossos educandos aprendem que, embora cada ambiente profissional tenha suas regras próprias, alguns procedimentos são gerais, independente da cultura: apresentar-se adequadamente trajado, tratar a todos com educação e gentileza, pedir licença para retirar-se de uma reunião para atender a uma ligação telefônica quando isso for estritamente necessário (o correto é desligar o celular antes); ser receptivo aos pedidos de favor dos colegas de trabalho, enfim, ser totalmente contributivo ao ambiente profissional.

Os jovens descobrem que as pessoas educadas, via de regra, acabam se destacando, não por se apresentarem cheias de dedos ou fricotes, mas por serem mais agradáveis e fáceis de conviver. Aí, se juntar a essas qualidades a competência e a inteligência, está formado o colaborador mais eficiente de qualquer empresa, inclusive as grandes multinacionais, cada vez mais presentes no mercado brasileiro.

Como, infelizmente, grande parte de nossa clientela não recebe estes tipos de estímulos em casa, em que os pais não formam seus filhos para o trabalho, nossos educadores estão sempre atentos para levar em conta as relações que estes jovens estabelecem em suas famílias, nas escolas e, principalmente, as que vão estabelecer no mercado formal de trabalho e no trabalho assalariado. Isso implica ouvi-los e identificar as problemáticas da educação escolar, em contraste com a família e o mercado de trabalho; e também, tentar entender o que está obrigando muitos deles a deixarem a escola ou estudarem e trabalharem ao mesmo tempo.